Você sabe o que significa a saudação do Kung Fu?

June 23, 2020

O gesto de saudar

 

Todas as coisas grandes ou pequenas tem início quando o aluno e o mestre se saúdam num gesto adequado. A saudação oriental acontece quando se tem a forma (mãos e punho) e o conteúdo (ética marcial - WuDe), que deve permear o gesto que acontece milhares de vezes na vida de Kung Fu. O ritual que se repete a cada encontro e a cada despedida é sempre representado por movimentos que exercitam uma sofisticada etiqueta social dos tempos remotos, mas necessário na vida para as regras de convivência e comportamento.

 

O objetivo da saudação

 

É incutir a deferência, o senso de valor humano na relação entre os indivíduos e não deve ser feito como uma mera formalidade gestual. O respeito mútuo estabelece uma relação de equilíbrio e harmonia entre duas pessoas diferentes, mas mediados pela hierarquia do conhecimento.

 

Este modo de agir respeitosamente e dignamente, estabelece um equilíbrio entre aluno e mestre e cria vínculos que facilitam um ambiente de aprendizagem das disciplinas marciais e cultivo das virtudes. Sem as virtudes marciais - respeito, cortesia e gratidão – e sem internalizar o “Código de Conduta”, é o chamado “homem pequeno”, que é movido pelos interesses pessoais no sentido de levar vantagem na relação.

 

No mundo das artes marciais chinesas

 

O verdadeiro mestre, ao tomar o aluno sob sua tutela, ensina além das habilidades e técnicas, o cultivo das virtudes marciais (Wude) e, extrai o melhor de cada aluno de acordo com suas inclinações e pendores. Há um ditado chinês que diz: ”Professor por um dia, pai por uma vida toda”.

 

A saudação entre os praticantes de Kung Fu se universalizou e do mesmo modo, nós temos o gesto de unir palmas das mãos e levar ao centro do peito (Yogues). Este gesto simbólico ajuda a quebrar as barreiras da língua e permite o encontro entre povos de diversas nações se saudarem em algo em comum: cultivo do corpo, da mente e do espírito, pelo caminho da marcialidade. “Eu reconheço em você a dedicação, o esforço em busca do autoconhecimento e superação”.

 

O gesto de saudar deve ser executado de forma tranquila e sem afobação, no tempo necessário para fazer os ajustes do corpo, emoções e da mente.

 

No ditado Confucionista: ”Homens que seguem o caminho da virtude e perfeição“.

 

Essa sábia expressão dá a dimensão exata do significado implícito no ato de duas pessoas se saudarem. A cada gesto executado no ambiente de sala de aula, se repete internamente o desejo de ensinar e de aprender, que são dois conceitos basilares da filosofia Confucionista.  Forma e conteúdo se entrelaçam, e com esta simples cerimônia se praticam os fundamentos da filosofia marcial sem palavras ásperas e punhos em riste, mas educadamente como dois cavalheiros. Ato simples que contribui para o mais nobre e elevado dos princípios éticos e morais da prática do Kung fu, que é “Servir ao Mundo”.

 

Sobre a etiqueta chinesa

 

Bàoquán Lǐ (抱拳禮) - Saudação Marcial (Utilizada pelos Praticantes de Artes Marciais)

 

 

Durante séculos, a China foi conhecida como um país de ritos. Existem várias etiquetas formais de cumprimento na China antiga e que ainda são preservadas até os dias hoje. Entre eles, a saudação de punho e palma é a mais clássica da maioria dos estilos de Kung Fu.

 

Os praticantes de Arte Marcial Chinesa Tradicional se comprometem a observar os valores do Wude (武 德 - moralidade marcial), dentre os quais o RESPEITO e a GRATIDÃO se destacam. A saudação é uma expressão física desses valores.

 

No Kung Fu, a mão direita fechada simboliza o ataque, a força do poder marcial, enquanto que a mão esquerda com a palma aberta simboliza a defesa e a inteligência. A forma como se constitui essa combinação (mão aberta sobrepondo a mão fechada) mostra que a defesa e a inteligência se sobrepõem sempre sobre a força, pois ela contém de forma plana e suave o movimento do ataque.

 

A posição das mãos também mostra que para todo ataque sempre haverá uma defesa e que a inteligência sempre deve se sobrepor à força. Essa saudação é conhecida como Jin Li ou Kin Lai e agrupa em sí alguns princípios que refletem bem os aspectos filosofia chinesa.

 

Esta saudação é feita pelo punho direito sendo coberto pela palma esquerda, com os cotovelos retos. É uma variação da saudação tradicional chinesa, usada pelos artistas marciais da escola Shaolin.

 

Este ritual de "saudação" teve uma conotação política na história da China. Ele foi utilizado para identificar os que eram a favor do movimento anti-Qing (Dinastia Qing 1644-1911 dC), que visava “derrubar o Qing, e restaurar o Ming"  (反清復明 Fǎn Qīng fù Míng). O nome da Dinastia Ming (明 1368-1644 dC) é composto pelos ideogramas Sol (日) e Lua (月). O punho fechado representava o "Sol", enquanto a mão aberta representava a "Lua".

 

Existem muitos tipos diferentes de saudações nas artes marciais, especialmente nos estilos tradicionais. Por exemplo, alguns estilos do sul da China realizam a saudação com a mão esquerda formando uma garra de tigre e a direita um punho fechado, e em vez de estar à direita, a saudação é realizada a partir da posição do gato. Pequenos detalhes divergentes podem ser encontrados também na postura dos pés e pernas, bem como na inclinação do tronco.

 

A saudação “HungGar / Hóng quán 洪拳” é feita com a mão direita fechando o punho, a palma da mão esquerda permanecendo aberta, sem se tocar. Com cerca de quinze centímetros de distância do punho direito voltado para a palma esquerda do tigre posição da garra.

 

A saudação “Tàizǔquán 太祖 拳” (Punho dos Grandes Ancestrais) de Zhangzhou, província de Fujian, fecha o punho da mão direita, mantendo a palma da mão esquerda aberta, apoiada sobre a punho direito como um corte superior. O punho superior direito, fechado, quase representa as montanhas, enquanto a esquerda abre as nuvens.

 

História da Saudação com Punho e Palma

 

A saudação de punho e palma remonta uma origem de aproximadamente 3000 anos. Desde a dinastia Zhou do Oeste (1046 aC 771 aC), as pessoas já usavam essa etiqueta que remete os primórdios das primeiras formas de saudação, que a maioria das etiquetas tradicionais chinesas é originária de Zhou Li, criada pelo duque de Zhou no início da dinastia ocidental). Outros estudiosos dizem que a saudação tradicional se originou na dinastia Ming (chinês: 明朝, pinyin: Míng Cháo), ou Império do Grande Ming que foi a dinastia que governou a China de 1368 a 1644. Mais tarde essa forma de saudação foi inserida nas escolas de artes marciais chinesas, como cumprimento oficial e assim se manteve até hoje. 

 

Alguns registros históricos reportam que em um passado distante, se uma pessoa encontrava um estranho, ela costumava se preparar para uma luta, se necessário, e as mãos estavam sempre prontas para segurar qualquer arma. Porém, de mãos unidas, apontadas para si mesmas, era uma forma de dizer: “Relaxe, não estou com nenhuma arma e não estou aqui para começar uma briga”. Mais tarde, esse modo de expressão corporal tornou-se uma etiqueta, quando nos encontramos e demonstramos gratidão.

 

Na China moderna, a saudação de punho e palma já foi uma das etiquetas mais comuns usadas com frequência em ocasiões tradicionais. O povo chinês mostra seu respeito pelos outros à distância, diferentemente dos ocidentais, que geralmente mostram através da proximidade física. Há pouco mais de 100 anos, o aperto de mão foi introduzido na China.

 

Nos dias de hoje, embora os chineses apertem as mãos no modo ocidental ao encontrar amigos e parentes, algumas pessoas ainda fazem saudações de punho e palma quando visitam alguém durante o ano novo chinês tradicional ou quando participam de apresentações, casamentos, festas e recepções de aniversário ou funerais.

 

Significado filosófico da saudação marcial

 

A mão direita fechada representa o yang, o sol, a força, o marcial, isto é, significa que você domina uma técnica de arte marcial em potencial.

 

A mão esquerda aberta representa o yin, a lua, a filosofia, a técnica, o conhecimento, a arte e a razão. Em chinês, ao unir o Sol (Ri) e a Lua (Yuè) dá-se origem à claridade.

 

 

As diversas formas de saudação usando o punho e a palma na cultura oriental

 

Yī Lǐ (揖禮) - A Saudação Confucionista 

 

JìngLǐ (敬禮) é o termo chinês para “saudação”. Segundo Confúcio, a virtude de Lǐ (禮) é um dos quatro pilares que sustentam o crescimento moral e espiritual de uma pessoa. Uma das principais preocupações do confucionismo primitivo era de restabelecer a ordem social, formando seres humanos nobres e completos. Juntamente com Rén (sensibilidade humana), Xiào (孝 respeito pelos pais e culto aos antepassados) e Yì (義  justiça, ou disposição moral para fazer o bem), Confúcio considerava Li como uma ferramenta para canalizar emoções humanas em um fluxo construtivo e positivo.

 

A saudação confucionista Yī Lǐ (揖禮) tem sua origem na dinastia Zhou Ocidental (1045 - 771 aC). Essa saudação era comumente utilizada por estudiosos, generais, nobreza e elite. Era a materialização do pensamento confucionista do respeito por todos. Ao saudar, os dedos estão um pouco juntos, uma mão na frente e cobrindo a outra, polegares para cima ou ocultos, antebraços na maior parte horizontais, mantidos entre o coração e a altura do queixo. Às vezes, curva se o corpo ao saudar, às vezes não.

 

Ao longo dos séculos, essa saudação se transformou em manifestação de etiqueta clássica chinesa, e tornou-se a base para as demais formas de saudação social e marcial.

 

 

Xíng lǐ (行禮) - Curvar-se / Fazer Reverencia (Saudação Clássica)

 

Com os pés juntos e as mãos estendidas ao lado das pernas, inclinando-se na frente de alguém ou de algo, podendo também ser acompanhado por algum gesto com a mão. Essa forma de saudação é muito usada para ritos e cerimônias em sinal de respeito e reverência e não tem propriamente um cunho marcial.

 

Ela representa respeito e em alguns casos a humildade e submissão a algo que está em tese acima da pessoa que executa a reverência. Em ritos funerários representa a dor da perda, diante de uma autoridade representa submissão e obediência. Em tempos antigos na China, essa forma de saudação ante aos senhores feudais era uma forma de dizer "A seu serviço meu senhor".

 

Como vemos, o significado dessa forma de saudação pode variar dependendo das circunstâncias e da situação de quem a executa. O significado dessa forma de saudação difere um pouco, conforme os países Asiáticos que a utilizam.

 

Gǒngshǒu (拱手) / Zuō Yī (作揖) -  Saudação Respeitosa e Submissa (Saudação Social)

 

Erro comum: confundida muitas vezes com a Saudação Marcial

 

Trata-se de uma saudação de cortesia. Fecha-se o punho esquerdo envolvendo-o com a mão direita, os cotovelos devem estar relaxados. Inclina-se a cabeça um pouco enquanto se agita repetidamente (e levemente) o gesto das mãos. Este era o meio de saudação mais popular até os ocidentais introduzirem o aperto de mão. Esta saudação continua a ser amplamente utilizada e demonstra boa educação.

 

É importante observar que, com base na teoria do Yin e Yang, homem saúdam com a palma esquerda sobre a mão direita e as mulheres com a palma direita sobre a mão esquerda.

 

Os chineses consideram a esquerda o lado mais importante e honroso. Essas diferenças estão relacionadas a valores culturais que se edificaram com o passar dos séculos.

 

Essa saudação social é muito usada entre os chineses, mas devido à similaridade na junção das mãos, é facilmente confundida com a saudação marcial tradicional. A maioria dos praticantes de Kung Fu desconhece essas premissas e executam muitas vezes erradamente a saudação marcial, confundindo-a com a saudação social.

 

Hézhǎng Lǐ (合掌禮) - Saudação de Palmas Juntas (Saudação Religiosa Budista)

 

Ainda hoje, através da pratica cotidiana na China, que os monges budistas do templo Shaolin se curvam saudando apenas com uma mão. Isso representa a história do primeiro discípulo de Bodhidharma, Dàzǔ Huìkě (大祖慧可), e sua dedicação e compromisso com a prática de Chan (Zen Budismo).

 

Bodhidharma, também conhecido como Tamo, é o patriarca budista de Shaolin. Ele era um monge budista que viveu durante o século V / VI dC. Ele é tradicionalmente creditado como fundador do de Chan budismo e considerado como o pai do budismo Chan (Zen). Segundo a lenda chinesa, ele também começou o treinamento físico dos monges Shaolin, o que eventualmente levou à criação da arte marcial de Shaolin.

 

Conta a lenda que Bodhidharma inicialmente se recusou a ensinar Huike. Huike ficou na neve do lado de fora da caverna de Bodhidharma a noite toda, até que a neve alcançou sua cintura. De manhã, Bodhidharma perguntou-lhe por que ele estava lá. Huike respondeu que queria que um professor "abrisse o portão do elixir da compaixão universal para libertar todos os seres". Bodhidharma recusou, dizendo: “Como você pode esperar pela religião verdadeira com pouca virtude, pouca sabedoria, um coração raso e uma mente arrogante? Seria apenas um desperdício de esforço”.

 

Finalmente, para provar sua determinação, Huike cortou o braço esquerdo e o apresentou ao Primeiro Patriarca como um sinal de sua sinceridade. Bodhidharma então o aceitou como estudante e mudou seu nome de Shenguang para Huike, que significa "Sabedoria e Capacidade". Portanto, os monges Shaolin hoje em dia saúdam com a mão direita apenas para destacar essa lenda e representar seu compromisso e dedicação à prática de artes marciais.

 

Atualmente é comum assistir a filmes e a ópera chinesa e ver os artistas saudando apenas com a palma da mão colocada no centro do peito. Isso levou muitos a equivocadamente acreditar que uma específica religião desempenhe um papel estritamente fundamental na prática de suas artes marciais e começar a usar a saudação religiosa de uma mão em vez da correta saudação tradicional de punho e palma, hoje padronizada na prática da arte marcial chinesa.

 

 

Saudação com as mãos juntas chamada "Ching-kang ho-chang"

 

O nome em Chinês e também é usado pelos monges Budistas para reverenciar o Buda, embora estatuas de Buda jamais usem essa forma de saudação. O uso das palmas unidas influenciou fortemente um famoso estilo de Kung Fu conhecido como as 18 mãos de Luohan, onde a forma e postura das mãos em oração está presente na maior parte das rotinas de treinamento, sendo considerada uma assinatura desse estilo de Kung Fu.

 

O estilo de Luohan de Kung Fu tem uma forte influência budista. As palmas abertas e unidas em forma de oração refletem bem a influência da filosofia budista nas artes marciais de forma geral. Podemos ver que a riqueza da simbologia e o contexto da saudação são transferíveis para todos os aspectos do Kung Fu, de modo que cada detalhe tenha uma razão de ser e que represente um importante segmento cultural na história das artes marciais chinesas.

 

O estudo dos aspectos culturais, marciais e sociais reporta também o modus operandi de como as pessoas de diferentes classes interpretavam a saudação, de acordo com os princípios que as contemplavam.

 

 

Guìbài Lǐ (跪拜禮) = Saudação Ajoelhado

 

Ajoelhar é uma forma de adoração que era considerado também uma saudação. Guìbài Lǐ (跪拜禮) significa:  Lǐ (禮) saudação,  Guì (跪) nos joelhos, Bài (拜) curvando-se para a frente. Algumas tradições fazem três reverências: uma para o céu, uma para os antepassados e a terceira para a linhagem de mestres. A inter-relação arquetípica do céu, da terra e do ser humano se manifesta nestas três reverencias.

 

Em alguns estilos de artes marciais, esta saudação marca o início e o fim de uma sessão de treinamento. Ex.: No Judô clássico, saúda-se utilizando este método. Duas vezes ao início do treino e duas vezes ao término. O número de vezes também tem uma relação direta com a submissão, nas classes mais baixa prostrar-se uma vez significa total submissão ao reverenciado e a cabeça só erguia após prévia autorização.

 

Na China antiga, quando um condenado era enviado para decapitação, ele se ajoelhava e implorava pela vida com a cabeça tocando o chão, mostrando assim seu arrependimento e rogando o perdão do Juiz. Era uma maneira de mostrar arrependimento e pedir perdão pelos seus erros. Podemos ver vários sentidos na saudação de joelhos que conforme a classe social e circunstâncias, assume diferentes interpretações.

 

Jū Gōng Lǐ (鞠躬 禮) = Saudação Curvando o Corpo

 

Essa forma de saudação geralmente é realizada quando as mãos seguram uma arma ou outro objeto, de modo que não tem a possibilidade de juntar as mãos. Jū (鞠) significa curvar-se e Gōng (躬) significa corpo. 

 

Essa saudação oriental enfatiza não o corpo, mas a cabeça. A cabeça é a parte mais nobre do corpo, pois governa o que está abaixo. Curvar a cabeça significa que você está saudando a parte mais nobre de seu corpo, demonstrando sua integridade de pensamentos e convicções, mas reconhece e dá valor a alguém ou algo que está à sua frente.

 

A pessoa fica em pé, com os pés juntos, com as mãos na lateral do corpo, a palma da mão para dentro na parte externa da coxa e inclina a parte superior do corpo para a frente a 15 graus, sempre mantendo o olhar reto e firme.

 

Curiosidades sobre a saudação

 

1. Quando estiver participando de um funeral, faça a saudação com a palma da mão do outro lado. Mão direita na parte superior para homens e mão esquerda na parte superior para mulheres.

 

2. O gesto não é adequado para uso em grandes e oficiais eventos políticos.

 

3. Esta saudação quando realizada em memória de mestres do passado, não representa nenhum tipo de “adoração” (no sentido judaico-cristão), mas um mero gesto de respeito e gratidão para aqueles que dedicaram suas vidas para preservar o autêntico Kung Fu até os nossos dias.

 

4. Não cumprimente com as mãos abaixo do nível do peito, pois isso significa que você é superior à pessoa que está cumprimentando e pode ser considerado um insulto.

 

Considerações finais sobre a saudação

  1. Não existe arte marcial de origem oriental que não tenha entre seus protocolos a saudação ritual, diferenciada de alguma forma de uma saudação informal entre iguais.

  2. A saudação é realizada no início e no final de cada sessão de treinamento, quando o praticante entra ou sai da sala e quando inicia ou termina qualquer exercício com outra pessoa.

  3. Uma saudação de Kung Fu deve ser realizada na altura do peito, porém estudantes podem elevam as mãos ao saudar um altar ou Sifu, acompanhando-o com um ligeiro arco. Isso mostra maior respeito. 

  4. No estilo Shaolin do Norte faz-se a saudação antes do início do treinamento com todos os alunos alinhados diante do Sifu. Primeiro, os alunos cumprimentam o Sifu com a saudação Bàoquán Lǐ, depois todos juntos cumprimentam os mestres do passado, também com a mesma saudação. No final do treinamento, o mesmo procedimento é realizado.

 

"Honre e respeite seu Mestre e seus ensinamentos, e guarde-os como um tesouro."

(Confúcio)

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